Foto coletiva ganha menção especial em concurso do Observatório da Infância

Por Lidmillie de Castro

Combustível da violência
© Cecilio Bastos e Patrícia Telles

Com um ensaio coletivo, o estudante de Jornalismo Cecílio Bastos e a jornalista Patrícia Telles, ganharam menção honrosa no segundo concurso de fotografia promovido pelo site Observatório da Infância.

A produção fotográfica intitulada “Combustível da violência”, inspirada na triste e conflituosa relação das crianças com as drogas, concorreu ao lado de 250 fotografias inscritas.

O concurso, que teve como tema "O medo na infância", reuniu uma comissão julgadora formada por renomados profissionais da área de comunicação, fotografia e estética: Paulo Roberto Borchert, Paulo Marcos Mendonça Lima, Rogerio Reis, Claudia Tavares, Kitta Eitler e Philippe Machado.

Para o estudante Cecílio Bastos, trata-se de uma fotografia coletiva pelo fato da produção ter sido feita de forma minuciosa, atentando para cada detalhe: luz, reflexo, cores, exposição, tratamento. “Foi tudo coletivo, no sentido de dinâmico, criativo e possível de acontecer”, explica.

A jornalista Patrícia Telles completa afirmando a necessidade de revelar, através da fotografia, um diálogo com problemas existentes na região e, assim, “ir além das fronteiras e expectativas”.

Seguem os links dos ensaios premiados:

1º lugar no Concurso de Fotografia - "O Medo na Infância"
Autor: Raphael Alves - Manaus / AM

Menção Honrosa no Concurso de Fotografia - "O Medo na Infância"
Autor: Cecílio Bastos - Juazeiro / BA

Menção Honrosa no Concurso de Fotografia - "O Medo na Infância"
Autor: Cristiano da Silva - Goiânia / GO

13 comentários:

Mariana disse...

A fotografia coletiva tem ganhado o seu espaço. Creio eu que o individual, inerente dessa arte, não se perde no processo de produção.

Bela foto. Parabéns ao coletivo!

Silas disse...

Tema factual que preocupa a humanidade. Nossos jovens precisam cada vez mais de proteção e essa fotografia chama atenção para o problema.

Sobre a fotografia coletiva pra mim é um sintoma do advento digital.

Mas, afinal de contas, as coisas não partem sempre do individual para o coletivo?

Bartès Gàli disse...

Fine imagenes de sensations extrêmes.

Magnifique.

Claudinha Dimas disse...

É verdade Silas. Nossas crianças precisam de mais proteção e a fotografia deve ser usada em prol disso.

Caruzo disse...

Pra mim a fotografia é uma coisa individual e assinatura coletiva não é da essência dessa arte.

Flavio Ciro disse...

Cecilio e Patricia
Seus manés! vcs me deixam orgulhoso. Continuem clicando. Façam valer.
Vejo vcs neste 2010!!

Samara disse...

Sou contrária ao Caruzo no sentido desse extremo individualismo da fotografia. Nem mesmo nos tempos da película se fazia todo o processo de modo solitário. Creio que até mesmo nesse ensaio o individual se fez presente, todavia partiu para um coletivo.

Parabéns pelo belo trabalho galera. Plástico!

Ilana disse...

Cecílio e Patrocia, parabéns pela menção e pelo trabalho.

abrs

Davi Cunha disse...

Desculpem a ignorância minha, mas o que é foto coletiva?

Samanta disse...

Davi,

Tem uma entrevista com a Cia da Foto no blog do Alexandre Belém que fala desse lance da fotografia coletiva.

Polêmicas a parte a coisa parece interessante.

Belo trabalho garotos!

Jean disse...

Parabéns e felicitações a Cecílio e Patricia. Dois grandes talentos. E a julgar por esse inicio, talentos que ainda prometem muito.

Jean Carlos disse...

Sobre fotografia coletiva, procurem a edição de setembro ou outubro da Photo Magazine, que discute o assunto (polêmico aliás)

Samanta disse...

Bem lembrado Jean. Polêmicas mesmo. Mais e você Jean o que acha? E o fotojornalista Flávio Ciro que acha também?