
O fotógrafo Thomaz Farkas, 2006
© João Sal
© João Sal
O fotógrafo Thomaz Farkas morreu sexta-feira (25/03), aos 86 anos. De acordo com o boletim médico a causa foi falência múltipla de órgãos.
Ele ficou 21 dias internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e após ter alta, na manhã da sexta (25), faleceu em casa às 18h.
Nascido em Budapeste, Hungria, Farkas se mudou para o Brasil nos anos 1930. O seu pai foi um dos fundadores da rede Fotoptica, que iniciou a venda de equipamentos fotográficos no país. Farkas assumiu a direção da empresa após a morte do pai, nos anos 60, e ficou à frente da empresa até 1997.
Farkas teve grande destaque, sobretudo, no cenário artístico nacional, como fotógrafo, professor, diretor e produtor de cinema.
Ao lado de Geraldo de Barros (1923-1998) e German Lorca, ele participou do Foto Cine Clube Bandeirantes, grupo que retratou a urbanização do país na década de 50 e que se destacou pelas imagens construtivistas.
Entre 1964 e 1972, ele realizou um projeto conhecido como Caravana Farkas, uma série de documentários sobre a cultura popular no interior do Brasil. Participaram do proejto Eduardo Escorel, Maurice Capovilla, Geraldo Sarno, entre outros.
Ele ficou 21 dias internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e após ter alta, na manhã da sexta (25), faleceu em casa às 18h.
Nascido em Budapeste, Hungria, Farkas se mudou para o Brasil nos anos 1930. O seu pai foi um dos fundadores da rede Fotoptica, que iniciou a venda de equipamentos fotográficos no país. Farkas assumiu a direção da empresa após a morte do pai, nos anos 60, e ficou à frente da empresa até 1997.
Farkas teve grande destaque, sobretudo, no cenário artístico nacional, como fotógrafo, professor, diretor e produtor de cinema.
Ao lado de Geraldo de Barros (1923-1998) e German Lorca, ele participou do Foto Cine Clube Bandeirantes, grupo que retratou a urbanização do país na década de 50 e que se destacou pelas imagens construtivistas.
Entre 1964 e 1972, ele realizou um projeto conhecido como Caravana Farkas, uma série de documentários sobre a cultura popular no interior do Brasil. Participaram do proejto Eduardo Escorel, Maurice Capovilla, Geraldo Sarno, entre outros.
Essa marca já está na história da fotografia brasileira. Fica em paz mestre Farkas!
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